09/10/2020

Francisco de Assis e a prece


 Por: Paiva Netto 


Em 4 de outubro, comemoramos o Dia de São Francisco de Assis, patrono da Legião da Boa Vontade. O santo da Úmbria deve ser lembrado, principalmente, pela coragem que teve de vencer o egoísmo reinante em sua época (e em todos os tempos), reformando as Almas pelo exemplo de renúncia e amor ao próximo. 


A grandeza do “Poverello” reside no ter-se integrado, abnegadamente, à Divina Vontade do Cristo. É, portanto, o melhor caminho para todos nós. Aspirações nobres  pressupõem supinas responsabilidades, que só podem ser levadas a bom termo quando a inteligência do Plano Espiritual permear as decisões humanas, não somente na Religião, mas na Política, na Ciência, na Filosofia, na Arte, no Esporte, enfim, em todos os aspectos humanos e sociais, porque nenhum deles pode prescindir da inspiração do Alto. 


Aí o papel da oração, à qual todos devemos recorrer, não apenas nos momentos de dor, mas como exercício diário para o fortalecimento do Espírito e o refinamento da nossa sintonia com o Pai Celestial. 


Nunca é demais, pois, transcrever a magistral prece de São Francisco de Assis, que o saudoso fundador da Legião da Boa Vontade, Alziro Zarur (1914-1979), deixou, à posteridade, imortalizada em sua voz. Ela alenta os corações de milhões de ouvintes e telespectadores da Super Rede Boa Vontade de Comunicação:    


“Senhor, fazei de mim um 
instrumento da Vossa Paz; 
onde haja ódio, consenti que eu 
semeie Amor; 
perdão, onde haja injúria; 
fé, onde haja dúvida; 
verdade, onde haja mentira; 
esperança, onde haja desespero; 
luz, onde haja treva; 
união, onde haja discórdia; 
alegria, onde haja tristeza.   


Ó Divino Mestre! 
Permiti que eu não procure 
tanto ser consolado quanto consolar; 
compreendido quanto compreender; 
amado quanto amar. 


Porque é dando que recebemos; 
perdoando é que somos perdoados; 
e morrendo é que nascemos para a 
Vida Eterna”.

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