04/05/2020

As Periécias de Renato causos da vida real

Por Célio Queiroz

Conheçam bem a pessoa, de um jeito atrapalhado que apesar de gente, por cima é meu cocunhado. Sujeito bom e fiel pra quem eu tiro o chapéu, mas é doidinho pra dedéu. Começa assim o relato. todos lhe chamam de Renato, mas seu nome é Manoel.

Causos são os mais diversos, em qualquer lugar se dão, em casa, no apartamento, em viagem de avião, de carro, vários momentos. Tudo no mesmo padrão, vejam um fato legendário recente, no aniversário de Renata e Rafaela. Na festa, na casa delas vejam só que humor marrom eu ri de perder o tom pois chamou Jônatas de João pensando que era um garçom.

Houve também nesse dia, um outro fato engraçado, pois se não fosse com Renato, era até inusitado. Chegou ele com seu povo, daquele jeitão vexado, deu um ré atrapalhado e eu de longe observando vi um poste balançando, tinha batido no carro.

Quer ver bom, foi viajar no outro dia, quebrado. O carro todo amarrado, a mala nem mais abria. Com ele ninguém queria voltar pra casa, ninguém. Jandira também tava como quer e não quer. Todo mundo deu no pé no carro de Renatinho, pois só não voltou sozinho porque restava a mulher.

No casamento do filho do primeiro, Renatinho, estava tão vexadinho, talvez por ser o primeiro veio o povo de Monteiro, também seu povo baiano. Não lembro qual foi o ano, todo mundo ri do fato, quase arranca o sapato do pobre do Flaviano.

Tem também uma historinha que se passou na Bahia, um quando ele ia levou também Terezinha. Há uma cidadezinha talvez Remanso, a cidade, tal era a velocidade que o carro desenvolvia disse ele, vê Terezinha como a cidade é bonita. Quase ninguém acredita essa também foi demais com atenção no que faz, Terezinha olha de lado só viu um vulto afastado tinha ficado pra trás.

Nós em Recife outro, prédio Vidal de Negreiros mês de dezembro ou janeiro nos fizemos companhia. Eu cozinhava ele comia, isso durante uns três dias. No fim do terceiro dia notei seu AR diferente, mas ele sempre contente. Mas também desconfiado, pois descobriu-me o safado que sem querer tinha usado a minha escova de dente.

Das últimas que me contaram essa eu não nem contar, não sei onde foi buscar inspiração pra dizer. Conversando sem querer com Jaidete a cunhada sem ter pra que, nem pra nada, sem vergonha ou preconceito se colocou desse jeito. Jaidete tu já estás aposentada e eu gosto muito de ti, compromissos não tem mais, não sei porque tu não faz Direito em Caruaru.

Caio, o seu neto mais velho, aprontou uma outro dia, me disseram eu não sabia, leva-lo à escola ia, Renato todo faceiro, Caio no banco traseiro escondeu-se e ele não viu, olhou procurou, sorriu pensou o haver deixado, voltou pra casa apressado, dizendo Caio sumiu. Ninguém sabe ninguém viu ô moleque presepeiro, como agulha no palheiro, procurou ele o rapaz, estava escondido por trás do banco do passageiro.

Peço desculpa a vocês, que ninguém me leve a mal, parada da Federal, foi essa que aconteceu, não é que Renato esqueceu o nome de uma das noras, comigo eu tinha ido embora, fugia ninguém me via, Ia embora pra Bahia. Mudava pra outro estado, ficou tão envergonhado saiu soltando faísca chamou ILUSKA  de Arisca, tenha dó meu cocunhado.

Pra terminar meu recado, Renato meu companheiro esse povo de Monteiro, é de tudo isso culpado, usei meu instrumental. Não sei se fiz bem ou mal, se em tudo há veracidade, pode até nem ser verdade, não passar de uma brincadeira. Essa não foi a primeira, última também não será queira então me desculpar, não fiz nada por maldade, foi uma forma e oportunidade para lhe homenagear.

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